Quantas empresas no Brasil oferecem plano de saúde aos funcionários?
Segundo pesquisa divulgada pela Wiz Co e noticiada pelo CQCS, 93% das empresas brasileiras já oferecem plano de saúde como benefício. Entre companhias com mais de 500 funcionários, esse percentual sobe para 97%, mostrando que o benefício se consolidou como item quase obrigatório na gestão de pessoas.
Esse dado confirma uma tendência que a Libre observa no dia a dia: o plano de saúde deixou de ser diferencial e passou a ser expectativa básica do colaborador. Empresas que ainda não oferecem o benefício tendem a perder competitividade na atração e retenção de talentos, especialmente em setores com alta rotatividade.
Por que o plano de saúde ganhou tanto peso na gestão de benefícios?
O plano de saúde ganhou peso porque, segundo a reportagem do CQCS, especialistas apontam a necessidade de revisão e gestão estratégica do benefício diante da presença quase universal nas empresas. Com custos crescentes, gerir o plano deixou de ser tarefa administrativa e virou decisão estratégica de RH e financeiro.
Quando o benefício está presente em quase toda empresa do mercado, a diferença deixa de estar em ter plano e passa a estar em como esse plano é estruturado. Aqui entram decisões como:
- Escolha entre coparticipação total, parcial ou ausente;
- Definição de carência conforme o tamanho do grupo;
- Nível de rede credenciada oferecido;
- Equilíbrio entre custo da empresa e do colaborador.
Como funciona a carência em planos empresariais?
Em contratos coletivos com 30 vidas ou mais, a carência é zerada por regra do setor, ou seja, os colaboradores têm acesso imediato à maioria dos procedimentos desde a ativação do plano. Grupos menores, com menos de 30 vidas, geralmente cumprem prazos de carência definidos em contrato.
Essa é uma das razões pelas quais empresas em crescimento buscam consolidar seus grupos: quanto maior o número de vidas, maior o poder de negociação e menor a barreira de acesso aos serviços de saúde logo na contratação.
O que é coparticipação e quem paga por ela?
Coparticipação é o valor cobrado a cada uso do plano de saúde, como consultas ou exames, além da mensalidade fixa. Esse custo pode ser assumido integralmente pela empresa, repassado ao colaborador ou dividido entre as partes, conforme o modelo definido no contrato coletivo.
Modelos com coparticipação costumam ter mensalidades mais competitivas, já que desestimulam uso desnecessário da rede. Por isso, entra na lista de decisões estratégicas mencionadas pela pesquisa: cada empresa precisa avaliar o perfil do time antes de escolher o formato ideal.
O que empresas devem revisar na gestão do benefício agora?
Com o plano de saúde presente em quase toda empresa do país, especialistas citados pelo CQCS reforçam a necessidade de revisão e gestão estratégica do benefício. Isso envolve reavaliar rede credenciada, modelo de coparticipação, número de vidas no contrato e alinhamento entre custo e real utilização pelos colaboradores.
Essa revisão periódica evita reajustes acima do esperado e garante que o benefício continue sendo atrativo sem pesar demais no orçamento da empresa. É um trabalho que exige acompanhamento técnico e conhecimento das regras da ANS.
Se sua empresa está no grupo dos 93% que já oferecem plano de saúde — ou pensando em entrar nele —, vale conversar com um Consultor Autorizado da Libre. Nossa equipe em Brasília-DF ajuda a estruturar o benefício de forma estratégica, com atenção a carência, coparticipação e rede credenciada, sem promessas genéricas de preço.
